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Percorrendo as prateleiras de uma livraria me deparei com o livro de Susan Maushart, cujo título, “A máscara da Maternidade”, despertou minha curiosidade. A maternidade é um tema instigante que há muito tempo venho estudando com o intuito de compreender a complexidade e profundidade dessa experiência. Sou mãe e psicóloga clínica, apaixonada pela minha profissão e pelo universo feminino, acolho em meu consultório mulheres em busca de equilíbrio e apoio para lidar com os desafios e dilemas que a maternidade trouxe para a sua vida.

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É inegável que a maternidade é uma experiência única na vida de uma mulher. Mas diferente do que a sociedade e a cultura – que tendem a romancear essa experiência – falam sobre a maternidade, ser mãe não representa uma tarefa fácil. Recentemente presenciei uma situação que me fez refletir muito sobre a forma como as mulheres vivenciam a maternidade nesse século.

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Divulgação/SXC.HU

Quando nasce um bebê, nasce uma mãe, e com ela um sentimento que vai estar presente em vários momentos da sua vida, a culpa, que provavelmente vai se manifestar quando ela não conseguir ser para o seu filho a mãe ideal. Mas, afinal, o que é uma mãe ideal?

Vivemos em uma época em que os valores e ideais que orientam as escolhas que fazemos ao longo da vida, já não são mais tão claros e rígidos, como no século passado, o que possibilita que as mulheres decidam seu próprio destino e busquem o que realmente as faz feliz, usufruindo, assim, da liberdade de construir os diferentes papéis que lhe são atribuídos, dentre eles, o de mãe, da sua maneira.

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As mãos são o principal veículo de transmissão de microorganismos de um indivíduo para o outro. Mesmo sem que você se aperceba suas mãos estão sempre em contato com superfícies sujas.
Daí que, mesmo não sendo visível, as mãos vão ser portadoras de microorganismos e ao tocar em outra pessoa, vai estar passando alguns de seus microorganismos e recebendo os dele… para isto acontecer, basta um aperto de mão!
Para prevenir ou diminuir a transmissão de

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Viagem com bebês | Rede Mães de Minas

Quando tive meu primeiro filho evitei ao máximo viajar com ele nos primeiros meses. Para mim era a pior fase para se fazer isso. Afinal o recém nascido é super frágil.
Mas foi quando comecei a dar papinha para ele aos 6 meses que percebi que na verdade, viajar com um bebê mamando era bem mais fácil do que viajar com um bebê que estava passando pelo processo de introdução de alimentos.
Ainda mais no meu caso, que sou super natureba, totalmente adepta de comida fresca, feita no dia, com legumes orgânicos. Ou seja, papinha comprada só em caso de vida ou morte.
Foi por isso que com a Luisa decidi que com 4 meses já iria levá-la em sua primeira viagem. Afinal ela só precisava de mim para se alimentar. O destino não foi nada convencional. Como moramos em Bali decidimos ir para o Myanmar.
O desafio maior foi manter sua rotina e conseguir ir fotografar nos horários em que a luz é boa, de manhã cedo ou no final de tarde.
Fiz uma lista com algumas dicas que considero preciosas para uma viagem segura com bebês pequenos:

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Escrever uma primeira coluna é uma responsabilidade incrível! Primeiro porque o projeto Rede Mãe por si só já dá o peso da responsabilidade. Depois, porque ainda não consegui definir quais os temas que podemos tratar aqui.
Então, pra começar, vale dizer que a coluna está aberta a dicas e sugestões das mães que passarem por aqui! E para dar início aos nossos bate-papos, pensei em contar um pouquinho da minha própria experiência…
Ser mãe!
Engraçado como ser mãe sempre esteve nos meus planos. Fui tia com apenas quatro anos (é, ser caçula de uma família com oito filhos tem estas coisas!). Daí em diante, foram muitos sobrinhos e sobrinhas e a vontade de ser mãe só crescendo… Até os meus 10, 11 anos, foram muitas brincadeiras com bonecas. A partir daí, as brincadeiras ficaram melhores, porque as bonecas foram sendo substituídas pelas sobrinhas e sobrinhos, que eu já acompanhava de perto, dando mamadeira, tomando conta, até me transformei em babysitter da família, com direito a remuneração e tudo! Amava este “trabalho” e sentia cada vez mais a vontade de ser mãe logo.

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Causou grande comoção nos EUA a capa da revista Time do dia 21 de maio, na qual está a foto de uma mãe amamentando uma criança de três anos.
Para mim, provocativo mesmo foi o título da matéria: “Are you mom enough?”
Afinal, o que é ser uma boa mãe? Todas nós, em algum ponto, fazemos esta pergunta. E a fazemos porque ser mãe, a despeito do senso comum, não é algo natural no sentido estrito, ou seja, nós não nascemos mães.
(Nascer equipada biologicamente para a maternidade não nos torna mães).
E eu acredito que a percepção de que não nascemos mãe tenha se agudizado contemporaneamente em função da redução no tamanho das famílias. Ou seja, como não crescemos rodeadas por crianças, não temos a oportunidade de aprender como cuidar de crianças enquanto crescemos. Em muitos casos, a primeira criança com a qual vamos conviver cotidianamente são nossos filhos.
Mas eu tenho certeza que amamentar ou não nossos filhos não faz de nós, a priori, boas ou más mães. Eu amamentei com enorme prazer, mas conheço mães excelentes que não puderam ou não quiseram amamentar seus filhos.

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Sentir primeiro, pensar depois

“Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois;
Amar primeiro, educar depois
Libertar primeiro, ensinar depois
Esquecer primeiro, aprender depois;
Alimentar primeiro, cantar depois;
Possuir primeiro, contemplar depois;
Agir primeiro, julgar depois;

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última atualização: sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 19:25:23